Transtorno de déficit de atenção

TDAH - transtorno déficit de atenção (com ou sem hiperatividade)

Na Infância

O Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é considerada uma doença do neurodesenvolvimento e o quadro inicia-se na infância. Primeiramente, pensava-se que este era um transtorno exclusivo da infância, mas ao longo do tempo e estudos, evidenciou-se que o transtorno permanecia até a vida adulta. O seu diagnóstico atualmente encontra-se em voga. Isso ocorre porque o número de crianças e adultos usando estimulantes (tratamento instituído para TDAH) tem crescido.

Trata-se de um aumento no número de diagnósticos ou do uso indiscriminado dessa medicação?

Levando em conta isso, importante fazermos algumas colocações. O uso indiscriminado de estimulantes tem chamado atenção. O emprego de estimulantes é muitas vezes feito erroneamente, sem devida avaliação especializada, não sendo prescrito com segurança e devidas indicações baseado em diagnóstico detalhado.

O uso de metilfenidato ( um dos estimulantes utilizados) para qualquer criança taxada de hiperativa ou para adultos que se sentem desatentos frente a tantas demandas de trabalho ou estudo, é superficial e perigoso. A avaliação de uma criança com hiperatividade e desatenção deve ser feita detalhadamente visando excluir outras causas para tais sintomas apresentados. Só assim, o uso desta medicação será feito corretamente e baseado em evidências científicas (estudos).

 

Na vida adulta

Quando um adulto traz queixas de desatenção e hiperatividade, também deve ser feita uma avaliação pormenorizada, a fim de que outros diagnósticos sejam excluídos como possíveis causadores dos sintomas. É comum, por exemplo, um adulto queixar-se de desatenção, dificuldade para concentra-se em concluir seus trabalhos e estudos nos prazos previstos. Ao ser investigado, pode-se constatar que se trata de um quadro de ansiedade ou depressão, que por si só também são geradoras de desatenção e baixo rendimento, e que nada tem a ver com TDAH.

Um diagnóstico correto e tratamento adequado evita muitas prejuízos ao longo da história de vida de uma pessoa com TDAH. Estima-se que, em média, uma pessoa com TDAH leva até 12,5  anos para ser diagnosticada corretamente, levando a uma cronicidade  e manutenção de problemas funcionais, executivos (planejamento, organização) e no desempenho.

 

Saiba mais informações nos sites abaixo:

Associação Brasiliera de TDAH   -  http://www.tdah.org.br/

Psiquiatra Dr. Paulo Matos  fala sobre o TDAH - https://www.youtube.com/watch?v=Ylqh_3UVtzM

http://www.tdah.org.br/

http://www.adhd-federation.org/

http://www.add.org/

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